O mito chinês | Gutman Uchôa de Mendonça
16th julho 2012 · 0 Comments
- A velha China…
Fim de ano passado e começo deste, nossos governantes festejavam o “crescimento” da nossa economia e o caminhar célere do Brasil à honrosa 6ª posição do melhor PIB do mundo, sem uma avaliação séria de que nosso “crescimento” se baseia, apenas, nas exportações de commodities agrícolas e minerais, tudo in natura, sem agregarmos um mínimo de mão-de-obra, preferindo sustentar uma formidável massa improdutiva com o programa Bolsa Família.
No auge de 2012, uma simples cólica intestinal na economia mundial provoca uma desaceleração no nosso desenvolvimento. A indústria chega ao mais baixo degrau do crescimento, dos últimos 20 anos, na mais absoluta penúria em relação às demais cinco potências econômicas, como Alemanha, França, Estados Unidos, Japão, Inglaterra, etc, com fantásticos avanços tecnológicos, inclusive a China, Coréia do Sul, Taiwan, Malásia, Singapura, etc.
Como não têm nada a dizer, nossos sábios economistas alardeiam o crescimento chinês que, em “breve”, será a principal economia do mundo, contrariando até o pensamento do primeiro ministro chinês, Wen Jiabao, ao pedir uma reforma política no Partido Comunista da China:
- “A necessidade de reforma chegou a um ponto crítico. Sem o sucesso da reforma política, não será possível realizar reformas econômicas. Os sucessos obtidos poderão se perder, novos problemas que surgiram nessa sociedade não serão resolvidos, e uma tragédia como a Revolução Cultural poderá ocorrer novamente.”
- …e a nova China…
A China é um imenso caldeirão, que pode explodir de forma inesperada, sem um aviso. Ali, naquele imenso território ocorrem, anualmente, em torno de 80 mil agitações sociais, a maioria de natureza muito grave com grandes desconforto para as autoridades, daí preocupações como a do primeiro ministro Wen Jiabao.
Tem exatamente 100 anos que os Estados Unidos ocupam o topo da economia mundial. O controle dessa engenhoca econômica é formado por cérebros judeus detentores da arte de amealhar recursos como nenhum povo foi capaz.
Dentro das atuais características econômicas mundiais, mesmo com os tropeços que temos assistido, com origem exatamente nos Estados Unidos, com o estouro da chamada “bolha imobiliária”, os Estados Unidos ainda são a maior potência, e serão assim por mais 200 anos, sem qualquer dúvida.
O que o povo americano agora deve fazer, é derrotar Barack Obama, a maior besteira que o sistema político daquela importante nação cometeu. Obama é um oportunista, metido a populista, com objetivo de destruir aqueles que pensam diferente dele, um muçulmano.
Gutman Uchôa de Mendonça é jornalista


