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Guia Descorchados, bíblia dos vinhos da América Latina para os adoradores de Baco

11th junho 2012   ·   2 Comments


Papo de “Engólogo”

Desde que não me entendo por gente, defini o vinho como a melhor bebida do mundo, a de ue sempre gostei e cujo aprendizado é eterno, não termina nunca. As outras bebidas, bebi-as de farra, de irresponsável, de maria vai cas otra – queinemqui dizem os paulistas, e tá aí a sempre mais do que simpática jornalista Mariana Perini pra não me deixar mentir, sozinho – de bebum e de outros hábitos horríveis praticados por um traste humano.

Vinho, não. Vinho é sempre novo. Cada garrafa, uma história. Vinho é instigante, exige que se converse, que se troque informações, experiências, garrafas. A cada dia, aprende-se algo novo com o vinho.

Fiz este dircusinho até meio chato, mas justificável, pra dizer que vou ao meu guia Descorchados porque o que me atiça no vfinho é essa necessidade da informação dia a dia, da opinião, da indicaçáo.

Como “engólogo” em formação, sinto necessidade de me informar para não me sentir tão anarfa diante dos entendidos em vinho. Além disso, como devoto de Baco, acho que tenho sido fiel e respeitado seus dogmas.

Evoé, Baco! (oswaldo Oleari).

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Readers Comments (2)

  1. zanatta disse:

    Caro amigo Oleari…vinho sempre é vinho e gosto não se discute..temos em comum várioas amigos sommeliers..enófilos..engólogos, etc..porém, há que se respeitar o paladar do apreciador..pois gosto não se discute daí a razão da bebida tão apreciada e amada por nós ser motivo até de poesia…enfim o que mata é constatar que alguns rótulos trazidos por algumas importadoras tem seus preços desonestos quando comparado qualidade x custo…muito embora a luta p/que mais amigos e clientes ou não entrem p/ o maravilhoso mundo encantado dos vinhos não para por aí..nossa missão é descobrir e apreciar cada vez mais rótulos e rótulos sem se importar com glamour e alguns esnobeliers tentando nos incutir na cabeça que aquele determinado rótulo é melhor ou pior…parabéns pela luta meu amigo..

    • Don Oleari Don Oleari disse:

      Caríssimo e competente Zanatta: admiro seu trabalho constante em formar novos apreciadores de vinhos e me lembro do trabalho do nosso caríssimo Vanderlei Martins – diretor da Rede CArone de Supermercados – toda sexta-feìra à tardinha fazendo o mesmo que você faz, só que isso há uns 20 anos, por aí. O vinho, como disse, pra mim é a melhor bebida do mundo e modestamente vou experimentando novos vinhos, ouvindo, lendo, cumprindo a minha formação de “engólogo”, um aprendizado que não termina nunca. Dia desses mesmo, abri um sul africano, um Pinotage, Spice Route, que você incluiu no meu pacote do Zanatta Wine Club. Tive uma boa surpresa, pois um ou outro assemelhado que experimentar, nenhum me disse nada. Com o Spice Route, meu paladar se entendeu muito bem. E assim vamos.
      Quanto à sua observação oportuna da questão preços às vezes descabidos para alguns rótulos, aprendi uma coisa: profisisonais quinemqui ocê, o Vanderlei, o Olício, o coleguinha André Andrés – em A Gazeta – entre outros, contribuem para eliminar aquela imagem ruim de que vinho bom é vinho carésimo, uma prática dos “esnobeliers”, como diz você. O que quero dizer: que vocês mostram ao inguinoranti quinemquieu que se pode tomar bons vinhos a preços compatíveis.

      Outro dia, o Didu Russo, uma celebridade do mundo do vinho de São Paulo, publicou uma lista de bons vinhos com preços abaixo de R$ 50,00. E vi ali vinhos que já experimentei e que se deram bem com minhas papilas gustativas, quinemqui se diz pelaí.

      E sabe, Zanatta, duma coisa? Essa imagem foi criada ironicamente por um evento, o Festival Internacional do Vinho, criado pelo médico Roberto Serpa. As colunas sociais glamurizaram tanto o Festival, que ele deixou esse saldo negativo para uma vasta camada de interessados em percorrer os caminhos do vinho. Na outra ponta, o Festival do Roberto Serpa fez pelo Espírito Santo internacionalmente o que nenhum desses políticos de aldeia, caipiras (sem demérito para os caipiras, quinemquieu, claro, e os autênticos caipiras) fez.

      Sigamos, cumpanheru, e brigadúúúúú pelas atenções de sempre.





  • Don Oleari
  • Don Oleari
  • Radialista, jornalista, publicitário. Ex-Editor de Internacional e de Política de A Gazeta, Vitória/ES. Fundador do Jornal da Cidade, ex-Debate, Jornal do MDB (1968/1970). Fundador da Eldorado Publicidade, primeira agência do ES. No rádio: "Clube da Boa Música" na Rádio Capixaba; redator da Rede Tupi de Rádio e Televisão em São Paulo; "Jornal Agropecuário" e "Café da Manhã, Rádio Espírito Santo; "Jornal do Povo" no canal 6, TV Vitória, (março/85 a março/88). Ex-colunista diário do saiti seculodiario, de 2000 a 2005. Fundador do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do ES. Fundador da Associação e do Sindicato dos Radialistas do ES.
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