Eita mistureba, esse festival de Alegre! Fernando e Sorocaba, façam-me o favor – Diagonal, coluna do Oleari
15th fevereiro 2012 · 1 Comment
- A simpática cidade de Alegre, entre montanhas no Sul do Espírito Santo, onde a comuniade recebe com prazer as pessoas que chegam
Quem deu a partida foi o contrabaixista Sandro Costa niquiqui publiquei aqui a primeira matéria sobre os primeiros contratados para o festival de Alegre deste ano: Michel Teló, Revelção e O Rappa (que salva a primeira rodada). Disse o Sandro Costa: “mais do mesmo”.
Depois, recebi um imeil do Claudio Nelson, nosso parceiro de sempre, reclamando que eu tinha postado uma foto do Michel Teló e perguntando:
- o que que ouve? você também entrou na do “ahhh, se eu te pego”?
Tô respondendo ao parceiro Claudio Nelson: tô não, meu camarada, tô não. Foi uma bobeira, na verdade. Um vacilo, desses que qualquer diagramador idiota dá veizincando. Mas, prometi ao Claudio Nelson que vou retirar a foto do Teló da matéria, o que ia fazer ontem, mas não fiz. Faço hoje.
Agora, eles anunciam uma dupla de breganojo, que as colunas chamam de pop universitário e outras sandices, a tal Fernando e Sorocaba. Não é nada não é nada, não é nada mesmo. É uma dupla mais do que insignificante, sem qualquer atrativo, é apenas mais uma dupla do breganojo.
E olhem só a origem do festival: Aí, aconteceu a caca geral. Eles eliminaram a origem do festival e o transformaram num grande Festival Mistureba de Alegre/ES. Estou apenas digitando o que já ouvi de vários colegas e gente que conheceu o festival nos seus primórdios. Pena. Torçamos pelo menos para que quem vai atrás de ouvir coisas horroríveis como Fernando e Sorocaba - uuma dupla baratinha, baratinha - pelo menos cuide de não entupir a cidade com seu lixo pessoal. By Don Oleari
- Referência em música no ES - O Festival de Alegre surgiu como uma festa universitária em 1980 com o objetivo de divulgar a música popular e revelar novos nomes para o cenário nacional, tanto de compositores como de intérpretes. Na década de 90, o evento tomou outras proporções com o aumento significativo da divulgação, o que explica o sucesso de inscrições e de público a cada ano".
Os organizadores transformaram-no num festival qualquer, ganham dinheiro - nada contra, melhor que ganhem mesmo - a cidade entope e os "novos nomes" de intérpretes e compositores foram pro brejo. Readers Comments (1)


Prezado Oleari, este festival de Alegre já foi bem mais frequentado.
Confesso que nunca fui ao mesmo, não por falta de oportunidades, mas sempre que estava pronto para ir a galera “peidava”.
Bom o que quero ressaltar é que hoje em dia, tudo é festa e pouco coisa importa de fato, ou seja, o negócio e ganhar grana de qualquer forma lançando “sucesso” meteóricos, que logo em seguida some.
A boa música não tem vez mais. Elis Regina, Clara Nunes, Raul Seixas…? E por ai vai. Pode esquecer. Agora meu caro, são só “musicas” apelativas.
Em suma. O meu alento é que: tudo o que não tem consistência um dia acaba. Ou alguém ainda se lembra do É o Tchan, Agonia do Samba (ops) Harmônia do Samba, Araketu, ou seja, estas, com o perdão da palavra, merdas efêmeras. Eu não, graças a Deus. Bom no mais é isso. E viva a MÚSICA BRASILEIRA, com letra maiúscula mesmo.
OBS: E como todo mundo acaba aprendendo por osmose mesmo, na minha cabeça fica a repetição de: “…ai delícia, assim você me mata…”. Bom carnaval.